Os gregos não estavam simplesmente contando estórias. Nossa trajetória interior corresponde a uma entrada e saída do Labirinto. Devemos lembrar que não se sai do labirinto (pelo nosso fio de Ariadne da consciência vigilante) sem antes enfrentar e matar o nosso Minotauro. Se sairmos antes do duelo fatal deixaremos o Minotauro vivo e daninho para sempre no centro do nosso dédalo anímico. Seríamos para sempre criaturas truncadas ou atormentadas por uma sombra ou um vício. Toda esta estória é para nos lembrarmos que não podemos ser covardes impunemente...
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