Caminhar no mundo entre outros seres humanos e animais não deveria ser visto como simples consequência daquele remoto castigo de Deus, mas como uma oportunidade de observarmos nosso reflexo. Isso não constituiria um reprovável narcisismo, mas um convite ao nosso aperfeiçoamento. Claro, se não nos levar à aquela auto indulgência: "Bah! O ser humano é mau pela própria natureza, somos todos pecadores", somos fruto do "pecado original", ou ainda "O mundo é mal"... Quanto a mim, sempre preferi observar o Bem, a Verdade e a Beleza na humanidade. O Mal é um insidioso ruído de fundo, um chuvisco que desaparece quando sintonizamos o Bem.
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