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O verdadeiro erotismo não se confunde com a pornografia senão para os menos avisados. Quando isso acontece, geralmente é porque o erotismo, por ser essencialmente livre, às vezes brinca nas águas da pornografia, não para sujar-se mas para adquirir o sabor picante do proibido. Entretanto, paradoxalmente, devemos nos lembrar que a pornografia não é filha da transgressão, mas da submissão, isto é: do sentimento de culpa e de “pecado” em relação ao sexo, e deriva, portanto, do que de pior existe na cultura judaico-cristã : a consciência infeliz.
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