Este espaço é reservado aos pensamentos enunciados pela grande poetisa gaúcha Alma Welt (1972-2007) de maneira direta, em prosa, conquanto seu pensamento profundo e de cunho filosófico permeie toda a sua obra artística.
Retrato autorizado de Alma Welt
Retrato autorizado de Alma Welt- desenho de Guilherme de Faria, 2001
domingo, 16 de outubro de 2016
"Fui criada no meio dos livros da biblioteca de meu pai, na estância pampiana de meus avós, rudes agricultores alemães emigrados dos Sudetos da Tchekoslováquia, antes da Segunda Grande Guerra. Isso foi decisivo no meu destino, porque quando uma criança começa cedo a ler muito, a boa literatura clássica infantil primeiramente (começando pelos contos de fadas de Andersen, Grimm e Perreault, logo passando por Lewis Carrol, de Alice no País das Maravilhas para chegar em Tom Sawyer e no Huckleberry Finn, de Mark Twain), essa criança terá necessariamente uma vida interior muito rica, que abrangerá até mesmo uma certa dimensão poética. Sim, porque os limites entre a ficção e a realidade na alma infantil nunca foram claramente definidos, uma vez que somos muito mais o que pensamos e sonhamos, do que as nossas eventuais pobres circunstâncias..." (Alma Welt)
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